
Na escada que conduzia ao quarto, eles paravam em cada degrau para se beijarem e se acariciarem. Apenas fecharam a porta, Léa escorregou para o tapete enquanto ele tirava a camisa e desabotoava a calça.
- Vem - gemeu ela.
Ele se deixou cair sobre ela, levantou a saia e afastou a calcinha de seda. Entrou de um só golpe no sexo úmido como um um animal.
- Senti sua falta, minha puta!
- Você é meu, ouviu?... Não o deixarei partir nunca mais, preciso demais de você... Quando não está aqui, sinto um vazio dentro de mim... Tenho fome de você...
Ela lhe martelava o peito com os punhos, enterrava-o em si cada vez mais profundamente. Ele a tomou pelos ombros, e os troncos cobertos de suor se colaram um ao outro. Saiu de cima dela, virou-a, forçou-a a ficar de joelhos e, afastando-lhe as nádegas, penetrou-a; ela gritou.
- Todas as partes do seu corpo me pertencem...
Solidamente possuída, com os rins em fogo, Léa, com o rosto coberto de lágrimas, gozou de dor e prazer misturados. Quando ele saiu, tinha sangue no sexo.
- Limpe-me.
Ela se arrastou e, com pequenos golpes de língua, lavou-lhe o membro sujo, que se ergueu novamente sob o efeito da carícia. François levantou-se e levou-a para a cama. Tirou-lhe a roupa, despiu-se, acariciou-lhe o belo rosto, os seios opulentos, depois a tomou com delicadeza. Fizeram amor durante muito tempo e adormeceram um dentro do outro. Quando acordaram, já era quase noite.
Obs.: Fragmentos do livro A bicicleta Azul - 6 / A Última Colina de Régine Deforges
meu livro de cabeceira.
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